Cinema

[ENTREVISTA]: Adrian Martínez conta como foi atuar no filme “Almost Paris”

Adrian Martínez é aquele ator que parece um amigo nosso de tão familiar que o seu rosto é. De Família Soprano a How To Make It In America, além de A Gifted Man e mais recentemente em Gotham nas séries. Ou nos filmes quando ele atuou ao lado de Will Smith em Focus, ao lado de Ben Stiller em A Vida Secreta de Walter Mitty e participou também do segundo filme de O Espetacular Homem-Aranha. Em todos eles o espectador verá um Adrian Martínez que funciona bem como o tom cômico, engraçado e mais leve para as tramas que atua.

Isso é algo que também acontece em Almost Paris, filme que ele lança nessa semana no Festival de Tribeca e dirigido por Domenica Cameron-Scorsese (leia aqui a entrevista que fizemos com ela), que estreia na direção de um longa-metragem justamente com esse filme.

Fizemos uma entrevista com Adrian para que ele nos contasse mais sobre o seu personagem neste longa-metragem, sobre o seu processo criativo como ator e também a disponibilidade de diferentes plataformas que o artista pode utilizar hoje.

Leia a seguir:

TríviaMail: Conte-nos um pouco mais sobre o seu personagem em Almost Paris.

Adrian Martínez: Ricky é um sonhador e o alívio cômico do filme.

Por que escolheu fazer parte do filme? O que te chamou atenção no papel?

Adrian Martínez: Ricky e eu temos muito em comum. Nós dois amamos beisebol e amamos nossos amigos para fazer o nosso melhor para estar lá para eles quando precisam. Nós também idolatramos nossos heróis, quando ao ponto do ridículo.

Como foi trabalhar com a diretora Domenica Cameron-Scorsese?

Adrian Martínez: Vou fazê-lo a qualquer hora, em qualquer lugar. Domenica é tão extremamente inteligente e tem um grande olho e intuição. Ela faz com que seja seguro para os atores desenvolverem o seu trabalho.

Você se prepara de forma diferente quando se trata de um filme e quando se trata de uma peça de teatro?

Adrian Martínez: O personagem não tem noção se é uma peça ou um filme, então para mim a abordagem é a mesma. Mesmo que seja uma comédia eu tento descobrir: qual é a maior dor dos atores em sua vida? Para mim, evitar essa dor é a maior motivação de uma pessoa. E é aí que eu começo.

Considerando a sua participação em GTA: The Lost and Damned, o ator hoje parece ter várias plataformas disponíveis para explorar. De que forma você acha que essas ferramentas têm impacto em seu desenvolvimento como ator?

Adrian Martínez: Elas não têm nenhum impacto sobre o meu desenvolvimento como ator. Novos meios de comunicação representam novas formas de desenhar personagens, mas a tinta ainda é a alma humana. É a experiência humana que tem o maior impacto (ouvindo o riso da minha filha, ou vendo “Menino Conduzindo um Cavalo” de Picasso no museu de arte moderna). Estes são dois dos muitos exemplos que eu procuro desenvolver como pessoa e por osmose, como ator.

Crédito da Imagem: Reprodução


English Version

Adrian Martinez is that actor who looks like a friend because of his familiar face. From The Sopranos to How To Make It In America, A Gifted Man and most recently in Gotham – if we only talk about series. In the movies when he starred opposite Will Smith in Focus, alongside Ben Stiller in The Secret Life of Walter Mitty and also participated in the second movie of The Amazing Spider-Man. In all of these projects the viewer will see a Adrian Martinez that works as well as the comic, funny and lighter tone for the plots which it represents.

This is something that also happens in Almost Paris, a new movie that he launches this week at the Tribeca Film Festival and directed by Domenica Cameron-Scorsese (read here the interview we did with her), which is also her debut directing a feature film after two short films.

We did an interview with Adrian so he told us more about your character in this film, about his creative process as an actor and also the availability of different platforms that the artist can use today.

TríviaMail: Tell us a little more about your character in “Almost Paris”.

Adrian Martínez: Ricky is a dreamer and the comic relief of the movie.

Why did you choose to be part of the film? What called your attention in this role?

Adrian Martínez: Ricky and I have a lot in common. We both love baseball, and both love our friends and do our best to be there for them. We both idolize our heroes, almost to the point of ridiculous.

How was working with director Domenica Cameron-Scorsese?

Adrian Martínez: I’ll do it anytime, anywhere. Domenica is so damn smart and has a great eye, and intuition. She makes it safe for the actors to do their thing.

Do you prepare differently when it comes to a movie and when it comes to a play?

Adrian Martínez: The character doesn’t know if it’’s in a play or movie, so for me the approach is the same. Even if it’s a comedy, I try to figure out what is the actors’ greatest pain in his life? To me the avoidance of pain is a person’s greatest motivation. And that’s where I start.

Considering your participation in “GTA: The Lost and Damned”, it seems now that the actor have different platforms available to explore. How do you think these tools have as impact on your development as an actor?

Adrian Martínez: They have no impact on my development as an actor. New media represents new ways to draw characters, but the ink is still the human soul. It is the human experience that has the greatest impact— Hearing my daughter’s laughter, or seeing Picasso’s “boy leading a horse” at the modern art museum. That’s two of many examples i develop as a person and by osmosis, as an actor.

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