‘Em Ritmo de Fuga’ combina música e ação para realizar um dos filmes mais legais do ano

Há sempre nos filmes do cineasta inglês Edgar Wright uma energia contagiante que passa para quem assiste. Seja em produções comerciais como Scott Pilgrim contra o Mundo (2010) ou Heróis de Ressaca (2013), ou mesmo em outras mais independentes como nos ótimos Chumbo Grosso (2007) e Todo Mundo Quase Morto (2004), Edgar Wright sabe como misturar a Ação com ingredientes de Comédia e até de Ficção Científica. Isso logo dá uma aura de originalidade às suas obras, ainda que elas estejam recheadas de referências.

É o que aconteceu em seu mais novo e elogiado trabalho Em Ritmo de Fuga, que há um tempo tem sido um dos filmes mais comentados do ano. Quando a ação começa, numa sequência de perseguição alucinante e de tirar o fôlego pelas ruas de Atlanta, logo vem à cabeça filmes como Drive (2011) e Mad Max: Estrada da Fúria (2015) por causa justamente dessa energia que parece irradiar da tela. Ao contrário dos dois filmes citados, as pretensões de Edgar Wright para Em Ritmo de Fuga ficam mais no campo da diversão – e não há nenhum problema com isso.

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