Resenha: ‘The Discovery’ aborda de forma superficial trama de vida após a morte

A obsessão do ser humano em viver para sempre ou em saber o que há após a morte é facilmente comparada com o fascínio de explorar e pesquisar a existência de vida fora do planeta Terra. The Discovery, filme recentemente lançado na Netflix e exibido neste ano no Festival de Sundance, procura atingir justamente a questão do que há depois da morte – se é que existe alguma coisa. Mas falha na elaboração da narrativa, já que não debate e pouco oferece de “conclusivo”.

O Dr. Thomas (Robert Redford) é o responsável pela experiência que gerou a descoberta de um novo plano. Isso logo motiva suicídios em massa, e em grupo, de pessoas que querem passar por esse experimento e descobrirem o que há após a morte. Não é preciso refletir muito para saber que o caso se agravou a tal ponto que se transformou numa crise de saúde pública – marcada pela entrevista mal-sucedida que abre o filme. É uma pena, no entanto, que The Discovery nunca coloque este conflito em evidência.

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Sundance 2017: seis filmes que mais se destacaram no festival

Enquanto alguns críticos disseram ao longo da semana o Festival de Sundance desse ano foi um dos mais fracos na história, seja em termos de negócios e também de filmes exibidos. “Ainda que não tenha tido nenhum Manchester à Beira-Mar ou Brooklyn”, como disse uma reportagem da Variety, há algumas obras que se destacaram e …

Sundance 2017: críticos escolhem favorito à próxima temporada de premiações

O festival de Sundance historicamente, além de revelar novos diretores, também é responsável por emplacar filmes para a temporada de premiações. No ano passado, por exemplo, Manchester à Beira-Mar e O Nascimento de uma Nação despontaram como os favoritos. O filme de Kenneth Lonergan continua na corrida até o momento e deverá ser indicado à …

Pela primeira vez na história Sundance define tema principal em festival

O Festival de Sundance começou na última quinta-feira (19), um dia antes da cerimônia de posse de Donald Trump, e pela primeira vez em 33 edições há um tema que de certa forma está permeando uma boa parte dos filmes: o aquecimento global. O filme de abertura, a sequência do prestigiado e premiado documentário Uma …

ENTREVISTA: Felipe Bragança fala sobre expectativa de exibir seu primeiro filme em Sundance

Se nós, meros cinéfilos e viciados em festivais, já ficamos entusiasmados quando vemos um filme brasileiro participando de um festival importante, imagina como fica o diretor e responsável pela obra. Quando soubemos da presença de um longa nacional no importante Festival de Sundance, a maior e principal vitrine para revelar novos cineastas e novas produções do meio independente, logo ficamos curiosos para conhecer o filme e o cineasta.

Selecionado para a Mostra Competitiva Internacional de Sundance, que acontece entre os dias 19 e 29 de janeiro, Não Devore Meu Coração é o primeiro longa-metragem dirigido por Felipe Bragança (responsável pelos premiados A Alegria e A Fuga da Mulher-Gorila). A história é ambientada no Centro-Oeste brasileiro e foi escrita pelo próprio diretor, que se baseou nos contos de Joca Reiners Terron para contar a história de amor entre dois jovens em meio às disputas territoriais entre Brasil e Paraguai.

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